segunda-feira, setembro 25, 2017

CINEMA PARAÍSO

A Alegre Divorciada (1935) com Fred Astaire e Ginger Rogers. Realização de Mark Sandrich. Passou na Cinemateca na sessão "double bill" do passado sábado. Gostei. Gosto muito de divorciadas alegres.
 

domingo, setembro 24, 2017

PINACOTECA

MÁRIO DIONÍSIO, Torvelinho, acrílico s/ platex, 50x65, 1990, col. Maria Letícia
MÁRIO DIONÍSIO, Sem título nº 17, acrílico s/ tela, 100x81, 1993, col. Eduarda Dionísio
 

sexta-feira, setembro 22, 2017

E AGORA, JOSÉ?

É a pergunta que faço, meu velho Drummond de Andrade. E até me atrevo a responder: «Tenho saudade de mim mesmo, sau- / dade sob aparência de remorso, / de tanto que não fui, a sós, a esmo, / e de minha alta ausência em meu redor.»  Antologia Poética, Publicações Dom Quixote, versos da secção “Um Eu Todo Retorcido”.

 

terça-feira, setembro 19, 2017

CINEMA PARAÍSO

A Star is Born (1954) de George Cukor com Judy Garland e James Mason. Passou hoje na Cinemateca nas escolhas de Luís Miguel Cintra para o programa de Setembro. Um grande musical e uma homenagem ao cinema. Arrebatador.
 

segunda-feira, setembro 11, 2017

FRUTO DE SETEMBRO

Ruy Belo, Transporte no Tempo (1973). O livro contém duas partes: “Monte Abraão” e “Nau dos Corvos”. A primeira regista uma dedicatória e uma epígrafe. Dedicatória: «Ao Senhor Joaquim Baltasar, banheiro da Senhora da Guia». Epígrafe: «O pessimismo de Antero é mais alegre que o seu optimismo e a sua fé mais desoladora que a sua descrença» (Fernando Pessoa). A praia da Senhora da Guia era a que Ruy Belo frequentava em Vila do Conde, não distante do local onde os liberais de 1832 tentaram o desembarque depois conseguido em Mindelo. E Antero viveu na cidade entre 1881 e 1891. A sua casa foi entretanto recuperada e aberta ao público. Memórias que tenho de Vila do Conde, fruto de Setembro e do Outono, mas sem uvas do castigo e enterro sob o sol.